Ilustro-te no pensamento
Um reflexo intangível na orla da mente
Intrinsecamente só
Afundado no gotejar da tua reminiscência
Beijo o céu e os teus lábios sabem a chuva
Como uma diáfana lágrima
Escorro dos teus olhos para o chão
E caio interminavelmente
Beijo um cigarro num abraço alcoólico
Vagueio de corpo em corpo
Dançando com os teus fantasmas
Abrigado na tua ausência
Passo através de um espelho baço
Deslizo pela tua essência
Encharco-me no teu elixir
Dissipo-me na demência
.:the saddest song - morphine
Segunda-feira, Junho 22, 2009
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3 comentários:
lind.íssimo Paulo.
é sempre um prazer ler.TE.
aqui.
um abraço.
um bom fim de semana.
e assim toda a liturgia de um pecador santificado pelo amor...:)
beijo.
Quem peca assim nas palavras nunca será pecador esquecido. Beijo
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