deixo que a máscara escorregue
através do meu corpo.
[a pintura cobre o meu rosto e o sorriso
abre-se largo]
deslizo ao longo do corredor escuro e na minha mente
as palavras tomam a forma de uma canção:
[abraça-me, arrebata-me, beija-me,
mataaaaaa-meeeee]
salto para a rua e lanço-me perante
o desafio de uma noite de loucura e libertação.
[o meu nome é...]
desloco-me suavemente por entre
as máscaras, os corpos, as luzes, a música e o ruído.
[não é Halloween, mas olho com
doçura e mordo com travessura]
do fundo da minha garganta
produz-se uma gargalhada fenomenal…
[e o mundo é meu]